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Em Belo Horizonte, Atlético Mineiro e a Topper lançam coleção 2017 do Galo e provam que futebol também é moda e paixão: “É um manto”, define presidente do clube

Para esta temporada, a tradição foi a palavra de ordem. A combinação alvinegra, símbolo do time, se destaca na camisa principal, em listras verticais, e na reserva, predominante branca com as mangas pretas. A cor da coleção aparece nos números em vermelho, nas costas do uniforme principal, e na roupa dos goleiros, disponível em tons de verde e vermelho

Publicado em 9 de abril de 2017 | Por Julia Pimentel

O esporte também exala moda. Depois de quatro dias insider às tendências mineiras direto do Minas Trend, o HT terminou a última semana em clima esportivo em uma super festa. Conferimos de perto o lançamento da coleção 2017 do Atlético Mineiro. Em parceria com a Topper, que assina os uniformes desta temporada, o Galo apresentou seus novos mantos em um evento na capital mineira. Entre diretores, dirigentes e convidados do clube na plateia, o Atlético Mineiro optou pela tradição nesta temporada. Na camisa principal, as listras verticais, desta vez mais finas, em tons de preto e branco ganharam destaque. O colorido do uniforme ficou por conta do número na parte de traz, que neste ano será vermelho.

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Já na camisa número dois, o branco predominou. Neste uniforme, o preto ganhou espaço nas mangas que também trazem detalhes em branco. Segundo o presidente do Atlético Mineiro, Daniel Nepomuceno, a dobradinha preto e branca nos uniformes do Galo são mais que uma tradição. Para ele, manter essa combinação é uma obrigatoriedade entre os torcedores fanáticos do time. Por isso, novas cores não costumam integrar o manto principal do Atlético Mineiro, explicou Nepomuceno. “Nós somos um clube que temos a tradição do uniforme preto e branco e fazemos questão de manter isso. Então, precisamos ser criativos dentro desse universo mais limitado e identificar o torcedor do Galo dentro daquele uniforme. Claro, sem perder o valor e a paixão”, disse o presidente que acrescentou a importância deste lançamento para o clube. “Uma camisa representa mais do que uma simples roupa. Para um torcedor, é um manto e um símbolo de orgulho”, completou.

Daniel Nepomuceno, presidente do Atlético Mineiro (Foto: Henrique Fonseca)

Por isso, o Atlético Mineiro e a Topper apostaram todas as fichas na coleção 2017. Resgatando uma parceria do passado depois da experiência com a marca canadense DryWorld em 2016, o clube e a grife de material esportivo optaram por algo clean. Inserida na coleção 2017 desde dezembro do ano passado, a Topper teve um apoio essencial para o sucesso deste lançamento: o próprio Atlético Mineiro. Segundo o gerente de relações esportivas da marca, Naldo Silva, mais que um parceiro nesta jornada, o Galo assumiu o protagonismo do processo. “Eles tinham tido problemas com o antigo fornecedor e, como esse contato foi em dezembro, vimos que não teríamos muito tempo. Entretanto, tivemos um respaldo e um comprometimento do clube muito grande em querer ajudar no desenvolvimento dos produtos. Todo o desenvolvimento dos produtos desta coleção 2017 foi sugerido pelo Atlético. Então, como foi exigido um tempo muito curto, trouxemos o Atlético Mineiro para o protagonismo criativo da coleção”, explicou Naldo Silva.

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Na prática, além da camisa principal e da reserva de jogo, a Topper e o Atlético Mineiro também apresentaram inúmeros outros itens para esta temporada. No total, o lançamento de sexta-feira reuniu cerca de 40 peças com o escudo alvinegro mineiro. E tem mais novidade a caminho, como garantiu o gerente de relações esportivas da Topper. “Nós também já estamos estudando o lançamento da terceira camisa da coleção 2017. Vai ser um item de desejo do torcedor atleticano que em breve também já será lançado”, adiantou.

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No entanto, não foi só a dobradinha alvinegra que dominou a coleção 2017 do Galo. Nesta temporada, as cores também ganham espaço na camisa dos goleiros. Além do modelo em cinza, o verde e o vermelho completam o uniforme do Atlético Mineiro. Sobre esta dualidade entre manter a tradição e trazer novas cores para os uniformes, assim como já foi feito no passado do Galo, Naldo Silva explicou que existem diferentes momentos para esta ousadia esportiva. “Agora, nós estamos voltando ao Atlético. Então, preferimos manter e respeitar a tradição das listras verticais preto e branca. Em um segundo momento, podemos pensar em algo mais ousado de acordo com os desejos do clube”, cogitou.

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Em relação ao verde e vermelho, presentes nesta coleção, o gerente de relações esportivas da Topper explicou que as escolhas têm um porquê. De acordo com ele, a tradição também aparece nessas cores, embora de uma maneira diferente à preta e branca. “O vermelho está muito relacionado à própria imagem do galo. Então, quisemos colorir a coleção com essa cor na camisa dos goleiros e nos números nas costas das camisas de jogo. Já o verde, é uma alusão a diversas histórias passadas do Atlético”, explicou. Por aqui, seja verde, vermelha ou preta e branca, ficamos encantados em ver que moda e esporte também formam uma dupla incrível. Obrigada pela experiência maravilhosa, Atlético Mineiro!

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