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Em minissérie sobre a história da TV no Brasil, briga de poderes, triângulo amoroso e romance lésbico chamam atenção. HT levantou detalhes!

Rebatizada de "Nada será como antes", a produção global tem Bruna Marquezine, Alejandro Claveaux, Daniel de Oliveira, Cássia Kis Magro, Osmar Prado e companhia no elenco | LER MAIS

28/01/2016 às 15:12 POR: Lucas Rezende

Metalinguagem: a TV Globo prepara uma minissérie de 12 capítulos assinada por João Falcão, Guel Arraes e Jorge Furtado sobre o surgimento da televisão no Brasil e o aniversário de 50 anos do veículo. Com direção de José Luiz Villamarim (de “O Rebu” e “Amores roubados”), a produção está sendo ambientada nos anos 1950 e foi batizada de “Nada será como antes” (anteriormente o título provisório era “O país do futuro”). Destaque para a escalação de Bruna Marquezine (em papel que seria de Sophie Charlotte, atualmente grávida de seu primeiro filho), que surgiu gravando no Projac vestida como uma sinhazinha do período escravocrata, mas na real dançará até em bordel com alta vontagem de sensualidade. A personagem de Bruna, aliás se envolverá em um romance lésbico com a de Letícia Colin. Esta, por sua vez, fomentará um trio amoroso com seu noivo, Vitor, vivido por Igor Angelkorte. Ele é rico e frequenta a alta sociedade de década.

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E tem mais: além de se envolver em um romance lésbico, a personagem de Bruna Marquezine deve se relacionar com os personagens de Jesuíta Barbosa (que recentemente esteve no ar em “Ligações perigosas”) e Daniel de Oliveira. A morena já chegou a ser elogiada internamente após gravar seminua diante de 70 figurantes e mostrar a que veio na dramaturgia. Também no elenco, Fabrício Boliveira, que fará par com Débora Falabella. Ele interpretará Péricles, um locutor esportivo que cai de amores pela colega de trabalho, a atriz de radionovelas Verônica vivida por Débora. O problema é (sempre tem um, of course) que a moça acaba se envolvendo com um empresário (personagem de Murilo Benício, com quem a atriz tem mantém um relacionamento na vida real) que deseja levar sua popularidade para a TV. Os nomes de Alejandro Claveaux, Cássia Kis Magro e Osmar Prado também são outros notáveis na lista de elenco. “Nada será como antes” ainda não tem data de estreia. As gravações são tocadas na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

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6 Comentários

  • Por que razão a Globo fomenta tanto essa questão da homossexualidade em suas novelas? Será esse o verdadeiro propósito da emissora?
    Observo também o excesso de violência produzida nas cenas, algo que a população presencia todos os diad. Não seria melhor levar ao ar algo menos chocante?
    Acho que os diretores deveriam atentar mais para produções mais adequadas ao mundo e à realidade atual.

  • Fazer personagem lésbico só podia ser da Globo, onde vcs querem chegar? Onde fica os valores das famílias? Esqueceram que a horrível novela babilônia também não deu certo em Portugal. É, quantas e quantas coisas horríveis a rede globo apresenta… Rede globo e voce nada de bom a oferecer.

  • A rede globo tem estrapolado todas as marcas, principalmente a da decência, agente da imoralidade.
    Infelizmente, hoje em dia, ela deixou de ser um canal comunicativo para servir aos mais vis interesses do ser humano. Há muito tempo deixei de ver novelas e séries apresentadas por ela por um motivo mto importante na minha vida… a minha família.
    Não posso permitir que meus filhos se desviem daquilo que creio ser certo. Sei que esse tipo de pensamento não faz ninguém popular ou aceito no mundo hoje, mas sei que o tempo consagrou os valores que cultuo e sei que são corretos. Cada um faz o que quer da vida, mas cada escolha tem tbm uma consequência e isso não se pode ignorar, é um processo destrutivo a longo prazo mas com certeza vem.

  • Continua caminhando para o lado errado.

  • O QUE A SOCIEDADE GANHA COM ISSO?
    NADA. SÓ PERDE

  • A TV Globo insiste em homossexualismo nas novelas. Por que? corre atrás de audiência, ou será inspiração por fetiche dos autores? Quando se insiste em algo acaba se tornando chato e perdendo audiência como já aconteceu. As pessoas são como são e não precisam ficar dizendo, as pessoas tem que ser assim. Se houvesse mais naturalidade nos temas, haveria menos preconceito, não acha?

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