Arte & Literatura

Em noite de estreia no Rio, Amaluna, novo espetáculo do Cirque du Soleil, reúne celebs no Parque Olímpico: “É uma escola”, disse Marcos Frota

A temporada fica em cartaz até o dia 21 de janeiro no Barra e conta a história de uma misteriosa ilha governada por deusas e guiada pelos ciclos da lua. "Neste momento, nós estamos precisando de espetáculos com muita alegria e leveza", disse Letícia Spiller

Publicado em 29 de dezembro de 2017 | Por Julia Pimentel

Respeitável, público! É hora de o Rio de Janeiro receber o mais novo espetáculo do Cirque du Soleil, Amaluna. Depois de uma temporada em São Paulo, ontem o público carioca pôde começar a conhecer a apresentação que fica em cartaz no Parque Olímpico, na Barra, até 21 de janeiro. Entre os presentes no picadeiro, celebs e suas famílias conferiram de perto as acrobacias e atrações do Cirque du Soleil. Cada um com suas lembranças da infância, Joaquim Lopes, Marcos Frota, Felipe Andreoli, Rafa Brites, Michel Teló, Thais Fersoza, Fernanda Rodrigues, Raoni Carneiro, Letícia Spiller e Erika Januza foram alguns dos presentes.

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Do lado de fora, a expectativa por mais um espetáculo e o cheiro de pipoca tradicional do circo foram unanimes. Lá dentro, o Cirque du Soleil apresentou Amaluna, a história de uma misteriosa ilha governada por deusas e guiada pelos ciclos da lua. E, para contar essa fábula, claro, muitas acrobacias, músicas e criatividade. “O Cirque du Soleil é um divisor de águas que aboliu a presença dos animais e globalizou o circo. Hoje, os artistas são de todas as nações e não necessariamente filho de gerações anteriores. Agora o picadeiro reúne acrobata, ginasta, cantor, músico. É uma benção, uma escola, uma aula de espetáculo”, analisou Marcos Frota que, por causa de sua paixão pelo circo, é responsável por uma universidade da arte com sede no Rio de Janeiro e possui um picadeiro nos moldes mais antigos. “Eu fico muito feliz e emocionado porque o Cirque de Soleil é a celebração do circo vivo e moderno. Eles têm recursos, marketing, equipe, talento, profissionalismo e uma super produção. Para mim, é olhar o circo nivelado por cima. Esta é uma prova de que esta não é uma arte em decadência”, concluiu.

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Marcos Frota na noite de estreia de Amaluna no Rio (Foto: Julia Pimentel)

Quem também se declarou fã do Cirque du Soleil na noite de estreia em solo carioca foi Fernanda Rodrigues. Para ver Amaluna, a atriz foi acompanhada do marido, Raoni Carneiro, e da filha, Luisa. “Eu já fui a vários espetáculos do Cirque du Soleil, mas quem está mais ansiosa é a Luisa. É um programa bem especial que a gente adora”, disse Fernanda. Assim como ela, Letícia Spiller também escalou um time de peso para acompanhar a estreia de Amaluna no Rio. Super acompanhada, a atriz destacou o conceito lúdico do Cirque du Soleil. “É sempre um programa gostoso para a família. Fora que é um circo lúdico, não tem animais e com música ao vivo. Eu gosto muito. Neste momento, nós estamos precisando de espetáculos com muita alegria e leveza”, disse.

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Na teoria, Juliana Didone foi mais uma celeb a comparecer à estreia em família. Grávida de seis meses de sua primeira filha, a atriz contou que está em busca de programas leves e divertidos neste momento da gestação. “Eu amo circo. Para mim, é reviver infância. Eu gosto de comprar pipoca, maçã do amor e de tudo o que cerca o picadeiro. E isso é especial agora que eu tenho um neném dentro de mim. Eu acho que tudo o que me alegra acaba passando para a minha filha e, por isso, estou fazendo programas bem lúdicos”, contou Juliana que se declarou fã de palhaços e malabaristas.

Juliana Didone na noite de estreia de Amaluna no Rio (Foto: Reginaldo Teixeira)

Por fim, quem também comentou de sua relação com o circo foi Joaquim Lopes. Um dos primeiros a chegar na lona do Cirque du Soleil no Parque Olímpico, o ator e apresentador acredita que “o circo é uma arte necessária”. Para ele, a experiência é também como voltar à infância, porém de um jeito moderno e com novas atrações. “Meu pai, que hoje tem 84 anos, costumava levar eu e meus irmãos naqueles circos bem antiguinhos que só tinham o picadeiro e a arquibancada de madeira. Porém, o que é mais forte na minha lembrança é o cheiro de pipoca. Eu amo isso”, confessou Joaquim. Nós também!

Joaquim Lopes e Carol Sampaio na noite de estreia de Amaluna no Rio (Foto: Reginaldo Teixeira)

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